
Quem é só a forma que deve ter um porque, e o que eu sou é um homem de máscara. Nada questionei, apenas enfatizei o paradoxo de perguntar a um mascarado quem ele é. Mas nesta noite auspiciosa, permita que em lugar de uma alcunha corriqueira, eu sugira o caráter dessa persona dramática. Voilá! À sua vista, um humilde veterano do Voudesville trajado com vestes de vítima e vilão pelas vicissitudes do destino. Este semblante, não mero verniz de vaidade, é um vestígio de vox populi, agora vazia e que não mais existe. Porém, esta valorosa visitação de uma vexação passada se encontra vivificada, e fez um voto de vencer os vermes venais e virulentos, que se valem do vício e valorizam a violação violenta depravada e voraz da vontade! O único veredicto é a vingança, a vendetta, tida como votiva, não por vaidade, pois o valor e a veracidade de tal, deve um dia vindicar o vigilante e o virtuoso. Verdade, com esta vívida verborragia já se torna assaz verboso. Quero dizer que eu, assim como Deus, não jogo dados e não acredito em coincidências. Mas espere! É à madame Justiça que dedico este concerto. Em honra as férias que ela parece ter tirado deste local, e em reconhecimento ao impostor que ficou no lugar dela.
Aos meus amigos desejo a eternidade das nossas amizades, bem como a felicidade, sempre! Amo aos meus amigos e agradeço a Deus por tê-los sempre ao meu lado.Aos meus inimigos desejo a felicidade nunca revelar a sua inimizade por mim. Pois, caso o contrário, terei o enorme prazer de mostrar-me superior e avançar em trajetória ascendente, deixando-os para trás.Aos que são falsos comigo, o eterno sentimento de não saber se professo verdades ou mentiras.Aprecio a verdade sempre, e apenas desejo pessoas verdadeiras ao meu lado.Ao tempo: Tempo! Pois tenho necessidade de tempo para viver e desenvolver as minhas atividades. E é com este mesmo tempo, que ganharei asas futuramente, que levar-me-ão aos lugares mais longínquos, os quais sempre desejei.
Alan Moore
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